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Destaques do mês

4 DE DEZEMBRO 2019

SANTA BÁRBARA ( N. Registro 824)
Pintura a óleo sobre cobre Século XVIII
Acervo MDINC/Ibram

Santa Bárbara – Iconografia Cristã

Filha de pais nobres e idólatras, Bárbara nasceu na Nicomédia. Conta-se que, por ser muito bela, foi encerrada numa torre por ordem do pai, para que ninguém, em ausência dele, a pretendesse por esposa. Tendo-se tornado cristã, Bárbara mandou abrir uma terceira janela na torre, para que pudesse ter sempre um símbolo da Santíssima Trindade diante de si. Por ser cristã, foi denunciada pelo pai e condenada à morte. O próprio pai se dispôs a decepar-lhe a cabeça e, logo depois de martirizar a filha, um raio o matou.

Santa Bárbara é invocada protetora contra tempestades. Em algumas localidades da Minas Colonial, foi padroeira dos mineradores. É invocada também padroeira dos militares e artilheiros.

Sua festa é celebrada a 4 de dezembro.

Nas representações iconográficas, veste dalmática, túnica e manto. Tem um diadema e traz, numa das mãos, um cálice, e, na outra, uma palma. Ao seu lado, aparece uma torre com três janelas, simbolizando devoção à Santíssima Trindade.

Fonte: CUNHA, Maria José de Assunção da. In: Iconografia Cristã – Caderno de Pesquisa. Ouro Preto: Instituto de Artes e Cultura/UFOP, 1993. Pg. 103.

A técnica da têmpera

Técnica de pintura cujos aglutinantes são solúveis na água: ovo, colas de cartilagem, gomas vegetais e caseína – a têmpera, apesar de pouca elasticidade, tem secagem rápida, permitindo a superposição em aguadas. De aspecto fosco, os seus suportes mais comuns são a madeira, o estuque e o papel. A têmpera sobre vidro não é muito usada. Conhecida desde a Pré-história, foi bastante desenvolvida em quadros, murais e iluminuras entre os egípcios e os artistas medievais.

MATTOS, Yara. In: O Museu da Inconfidência. São Paulo: Banco Safra, 1995. Pg. 282


8 DE DEZEMBRO 2019

GRUPO ESCULTÓRICO RELIGIOSO
Nossa Senhora da Conceição e o Pecado Original ( N. Registro 576)
Pedra, conchas, madeira, vidro
Xavier das Conchas
Século XVIII
Acervo MDINC/Ibram

Imaculada Conceição

O dogma da Imaculada Conceição determinou a devoção correspondente. Em Portugal, o culto de Nossa Senhora da Conceição possui grande número de devotos. A oitava da festa da santa teve início com as celebrações da coroa portuguesa por D. João IV, primeiro rei da dinastia de Bragança, aclamado a 1º de Dezembro de 1640. Seis anos depois, com a aprovação das cortes de Lisboa, ele dedicaria à Virgem Imaculada o Reino de Portugal. Assim, a festa da padroeira tornou-se oficial e obrigatória, inclusive nas colônias. / No Brasil, a primeira imagem da Virgem da Conceição chegou com Pedro Álvares Cabral. Mais tarde, os franciscanos seriam os propagadores da devoção, que se espalhou de norte a sul. De protetora no período da dominação portuguesa, foi elevada por D. Pedro I padroeira do País, condição em que permaneceu até ser substituída, no início da República, por Nossa Senhora Aparecida – imagem da Virgem Conceição encontrada nas águas do Rio Paraíba do Sul.