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Pesquisa sobre composição química de tintas em documentos é realizada no Arquivo do Museu da Inconfidência

De novembro/23 a março deste ano, o Arquivo Histórico do Museu da Inconfidência recebeu a professora do curso de Museologia na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pós-doutoranda em química, Marina Furtado Gonçalves, para realizar uma pesquisa que investiga a cristalização de tintas em manuscritos do século XVIII. O trabalho é orientado pela professora Isolda Mendes, do departamento de Química da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Marina Furtado Gonçalves pepesquisando no Arquivo do Museu da Inconfidência

 A escolha pelo Arquivo do Museu foi feita devido à variedade e quantidade de documentos em nosso acervo, mantendo suas características originais. Por estar localizado na cidade histórica de Ouro Preto, o Arquivo abriga manuscritos sobre a Vila Rica do século XVIII – período em que a região produziu documentos cartorários em larga escala. Segundo Marina, por conta da grande circulação de pessoas e produtos na cidade, havia a necessidade de se fazer tais registros – mecanismos que mantinham o poder da Coroa.

 Nesse contexto, a pesquisa busca compreender como as tintas eram feitas, quais os materiais e técnicas empregadas, como aconteceu a cristalização e, assim, chegar em soluções e formas de conservação dos manuscritos. Segundo Marina, os cristais que são formados podem contribuir para a perda da tinta. “Os cristais são, de certa forma, uma maneira da gente perder a tinta, pode ser a tinta fique mais clara e desapareça do papel. E desaparecer também o documento e a informação”, conta a pesquisadora.

Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP) visita o Arquivo do Museu da Inconfidência (MIn)

E, para colaborar e dar suporte à pesquisa que está sendo desenvolvida por Marina Furtado Gonçalves o Arquivo recebeu entre os dias 27/2 1º/3, a visita da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), a qual deu suporte ao estudo que investiga a cristalização de tintas em manuscritos do século XVIII da pós-doutoranda da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O encontro contou com a pesquisadora e sua orientadora, Isolda Mendes, junto à equipe da FAOP, proporcionando trocas de conhecimentos e cooperação para o projeto de pesquisa. Na ocasião, a instituição realizou o empréstimo de um “Tracer” , que é o Equipamento de Espectroscopia de Fluorescência de Raios-X. O instrumento de pesquisa possibilita a identificação de elementos químicos presentes nos documentos, além do mapeamento das composições dos danos causados pela cristalização das tintas. 

A mediação do MIn como espaço de pesquisa para a FAOP, a UFMG e a UFBA apresenta o comprometimento com a preservação da história e informações presentes nestes documentos.

Para pesquisar no Arquivo Histórico do Museu da Inconfidência, acesse a base de dados online, que está disponível na página do Arquivo. Lá, você vai buscar por nomes e descobrir se há no acervo o documento referente à pesquisa. Mas, atenção, esse serviço de busca fornece somente a localização do arquivo.

Após isso, agende sua consulta pelo e-mail:  arquivo.mdinc@museus.gov.br. Vale destacar que as consultas podem ser realizadas às terças-feiras das 8h às 12h e das 13h às 17h, e quartas e quintas-feiras das 8h às 12h. Solicita-se o mínimo de 24h de antecedência para verificar a disponibilidade da agenda. 

O Arquivo Histórico do MIn fica na Casa do Pilar, que está localizada na Rua do Pilar, nº 76, em Ouro Preto (MG).